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Como seleccionar os complementos de vitaminas e minerais?

Natural ou sintético?

Em determinados nutrientes como a vitamina E e a betacaroteno é muito importante estarem obtidos de fontes naturais. O organismo detecta se é uma substância artificial ou natural. A vitamina E de azeites vegetais é classificada como d-alfa-tocoferol. A vitamina E sintética chama-se dl-alfa-tocoferol. A vitamina E de fontes naturais tem uma melhor função e actividade biológica que a variante sintética. O d-alfa-tocoferol geralmente é um 50% mais eficaz que a vitamina E sintética. Além disso, não contém isómeros (compostos que têm a mesma fórmula molecular mas diferente fórmula estrutural) desconhecidos e exógenos do organismo.
Muito parecida é a diferença no betacaroteno natural e o betacaroteno sintético.
A vitamina D3 é a vitamina D de fontes naturais conforme se apresenta nos ovos, o azeite de sésamo e no peixe. A vitamina D2, pelo contrário, produz-se sinteticamente e tem uma função biológica muito inferior à vitamina D3-natural. Na vitamina C e a vitamina B, pelo contrário, quase não apresentam diferenças entre os tipos de fontes naturais e de vitaminas obtidas sinteticamente.
A vitamina C e vitaminas B são desde um ponto de vista ortomolecular, praticamente idênticas. Mas a velocidade da sua absorção pode ter certo efeito para o organismo, favorecemdo as vitaminas de fontes naturais.

O equilíbrio das vitaminas e os minerais

Um complemento alimentar deve ser equilibrado para cobrir as necessidades fisiológicas do organismo. Por exemplo, o cálcio e o magnésio deveriam estar numa relação 2-3:1. Recomenda-se tomar o ferro com a vitamina C ou a vitamina D junto com o cálcio.
A vitamina C elimina-se do corpo rapidamente pela via urinária. Assim é que a vitamina C composta de fontes naturais como, por exemplo, a acerola ou a vitamina C com efeito retardo, libera-se no organismo de forma mais lenta durante muitas horas, melhorando com isso a sua actividade prolongada e o seu rendimento.

Substâncias auxiliares

Na formulação de complementos alimentares deve-se usar um mínimo de substâncias auxiliares. Muitos preparados de vitaminas e minerais contém uma quantidade não necessária destas substâncias auxiliares. As pastilhas efervescentes, por exemplo, podem conter até um 95% de açúcar, dulcificantes, acidulantes e aromas. Aliás geralmente são mais caras que as vitaminas e minerais sem estas substâncias.

Conclusão

Obviamente os complementos alimentares não substituem uma dieta sana e equilibrada, mas favorecem um subministro de substâncias que o organismo não pode produzir e das quais depende para ter um funcionamento correcto. Uma complementação com vitaminas, minerais e oligoelementos é uma importante contribuição para a nossa saúde e bem-estar.